Mark Zuckerberg, fundador e responsável pela empresa que dirige a rede social Facebook, foi eleito pela conceituada revista de moda Vanity Fair como o homem mais influente da Era da Informação em 2010. Conseguiu garantir o título entre um leque de 100 personalidades.



No segundo lugar da tabela dos mais influentes - editada este ano pela 16ª vez - surge Steve Jobs, o presidente da Apple, e logo em seguida os criadores da Google e o actual responsável máximo pela empresa: Sergey Brin, Larry Page e Eric Schmidt.


Quanto a Zuckerberg, multimilionário por razões óbvias, se se pensar que a rede que desenvolveu, quase como brincadeira e com o simples objectivo de promover a interacção entre colegas de faculdade, reúne hoje mais de 500 milhões de utilizadores, é caracterizado pela revista. A Vanity Fair chama-lhe o seu "novo César" e recorda que o Facebook há dois anos atrás tinha "apenas" 100 milhões de utilizadores, quintuplicados dois anos depois.



O novo "príncipe de Palo Alto", como chama a revista a Steve Jobs depois deste ter perdido a liderança da tabela para Zuckerberg, também é analisado. A Vanity Fair reconhece-lhe capacidades proféticas e uma enorme habilidade para surpreender o mundo. Sublinha que o presidente da Apple sobe sucessivamente ao palco para apresentar produtos revolucionários, que transformam media e comunicações e o facto de o fazer sempre convictamente e acertar.

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