Há seis anos atrás algumas centenas de pessoas compareceram no Web Summit, em Dublin, e o percurso até ao evento que hoje tem início em Lisboa foi exponencial, contando agora com mais de 53 mil inscritos, aos quais se juntam milhares de jovens que tiveram acesso a bilhetes mais baratos para participar na maior conferência de tecnologia na Europa.

Nos próximos 3 dias, até 10 de novembro, é tempo de ouvir talks de mais de 600 oradores, 21 conferências em dezenas de palcos, e centenas de startups à procura de uma oportunidade.

Paddy Cosgrave introduziu ao palco António Costa, Primeiro Ministro, que garantiu que está “entusiasmado” com o Web Summit e que esta é uma oportunidade para mostrar que Portugal é um país dinâmico, progressivo e aberto ao negócio.

Começando em inglês mas mudando para português, António Costa lembrou que “para o Governo a realização em Portugal do Web Summit é muito importante” e lembrou a estratégia Startup Portugal, que tem por objetivo “criar, testar, falhar e voltar a tentar”, o que é indispensável para o surgimento de empresas inovadoras.

Por outro lado, o que parece mesmo ter falhado foi a organização do evento com o fechar das portas do Meo Arena mesmo antes de todos estarem acomodados no público do Centre Stage. De acordo com alguns dos presentes, a justificação dada para o sucedido foi "não haver espaço" para todos no interior do pavilhão. À porta ficaram cerca de 3.000 pessoas.

Acompanhe todo o Web Summit através do streaming no SAPO e veja ainda as fotografias captadas pela equipa do TeK, em reportagem “ao vivo” a partir do Meo Arena e da Fil em Lisboa.

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