O nascimento do filho do príncipe William de Inglaterra e da sua mulher Kate Middleton é o mais tecnológico de sempre na família real inglesa. A notícia do parto foi veiculada na rede social Twitter e por email, enquanto as primeiras informações sobre o "rebento" também foram partilhadas na plataforma de microblogues. Mas a vertente tecnológica do "bebé real" parece não ter ficado por aqui.

Segundo uma nota de imprensa enviada pela empresa de segurança Kaspersky, o nascimento do futuro rei de Inglaterra estava a ser transmitido via streaming em algumas páginas Web, havendo piratas informáticos que se aproveitaram desta situação para criar um engodo e uma rede de contaminação de computadores.

Distribuindo a informação por emails e redes sociais, estavam a ser partilhados links que supostamente davam acesso a uma das transmissões online em direto do local onde estava a decorrer o parto, quando na realidade eram endereços para um malware que se instalava nos PC.

A Kaspersky refere um link específico que estava a ser distribuído por uma empresa com o nome ScribbleLive - entretanto desativado -, mas refere em comunicado que uma pesquisa pelo Google permite encontrar esquemas semelhantes e alerta os utilizadores para os perigos dos fenómenos sociais imediatos.

O nascimento do filho dos duques de Cambridge vai ser um dos eventos sociais do ano, depois de ter gerado cerca de 25 mil mensagens por minuto na rede social Twitter. O nascimento do "bebé real" foi tópico mundial de conversa durante várias horas seguidas e a hashtag #royalbaby foi usada mais de um milhão de vezes.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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