Não será a primeira experiência do género, mas mais uma experiência, desta vez num novo formato. O The New York Times vai voltar a cobrar pelos seus conteúdos a partir de 2011, num modelo idêntico àquele que já usa o Financial Times. Os utilizadores têm acesso a um número limitado de notícias e a partir daí o acesso é gratuito.

O modelo permite que utilizadores esporádicos do site não fiquem privados de ver conteúdo, mas obriga quem quer aceder a uma porção mais significativa dos conteúdos disponíveis a pagar por eles.

Para já, não foram revelados detalhes relativamente ao número de notícias que podem ser vistas de forma gratuita, nem aos preços que a publicação planeia introduzir para fornecer acesso aos seus conteúdos jornalísticos. Sabe-se apenas que o ano 2010 vai ser usado para renovar a plataforma tecnológica do grupo e prepará-la para o novo modelo.

Recorde-se que a primeira vez que o NYT se fez pagar pelos seus conteúdos foi em 1996, numa experiência que só conseguiu atrair 4 mil subscritores. Anos mais tarde voltou a avançar com a subscrição.

Dessa vez, pedia aos clientes que pagassem 50 dólares anuais para ter acesso a todo o portefólio de conteúdos. Terminada em 2007, esta segunda tentativa ainda produziu resultados mais fracos que a primeira, conseguindo apenas cativar 221 mil subscritores.

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