As redes sociais são um dos grandes fenómenos de crescimento dos últimos tempos na Internet, mas o tempo dedicado aos perfis e comentários prejudica a produtividade dos funcionários das empresas. Ou pelo menos é isso que os directores de grandes empresas norte-americanas temem que aconteça.


De acordo com um estudo realizado pela consultora Robert Half Technology, mais de metade das empresas norte-americanas já bloqueou o acesso a este tipo de sites por parte dos seus trabalhadores, alegando que prejudica o desempenho profissional dos funcionários.


Os dados dizem respeito a uma amostra de 1.400 empresas, todas elas com mais de 100 funcionários. Entre os CIOs entrevistados, 54 por cento afirmaram bloquear totalmente o acesso a serviços como o Facebook, o Twitter ou o MySpace.

Dezanove por cento dos directores consultados pela Robert Half Technology permitem o acesso a este tipo serviços nas organizações que dirigem, desde que para fins comerciais, de divulgação, ou outros relacionados com a empresa.

Apenas 10 por cento dos inquiridos deixam os seus colaboradores aceder indiscriminadamente a sites de redes sociais, sem colocar quaisquer tipo de restrições - como limitar o uso a fins profissionais, por exemplo.

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