A operação foi realizada nos últimos três meses, como adiantou a proprietária do serviço à agência noticiosa Xinhua, na sequência de uma campanha designada "Thunder Strike".

O site de microblogging, que também tem aplicações para telemóveis, já ultrapassou os 600 milhões de utilizadores, o que significa que com esta limpeza terá eliminado cerca de 3% das contas ativas.

O Governo chinês já tinha tomado a iniciativa de combater atividades ilegais online e tomou como alvo a plataforma Wechat, utilizada também por muitos internautas chineses como forma de aceder a notícias num ambiente altamente controlado.

A prostituição, terrorismo e falsificação são os principais focos desta iniciativa, e as autoridades já garantiram que vão responsabilizar os fornecedores de serviços que não limitem estas práticas nas suas plataformas.

A Tecent, dona do Wechat, retirou também mais de 10 milhões de anúncios da plataforma que foram considerados publicidade enganosa e vai pagar a quem denunciar este tipo de delitos, tendo reservado para esse fim um investimento de 1,6 milhões de dólares.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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