O acordo com a Merlin garante uma representação de peso da chamada música Indie, uma condição que até agora não estava garantida, porque os representantes deste segmento recusaram um acordo com o YouTube, por considerarem que as condições que lhe estavam a ser oferecidas eram diferentes - e piores - do que as propostas aos gigantes da indústria.
Em junho, o caso deu mesmo mesmo origem a uma queixa entregue junto da Comissão Europeia pela associação que representa as editoras europeias na região.
Sony, Universal e Warner foram as primeiras empresas a assinar com o serviço de música da Google, garantindo a presença dos artistas mais populares do planeta no serviço. Mas a recusa das editoras mais pequenas em alinhar num acordo com a empresa deixavam de fora uma parte muito representativa do mercado. O acordo com a Merlin, que a imprensa internacional adianta ter sido conseguido, ultrapassa a questão.
As características do serviço de música em streaming do YouTube ainda não foram detalhadas pela empresa. Os rumores apontam para uma oferta que vai chamar-se YouTube Music Key e que terá uma mensalidade de cerca de 7€.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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