A tendência abrange todas os setores de atividade, mas 400 milhões respeitam apenas à área da restauração, revelou esta quinta-feira o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

Paulo Núncio falava aos jornalistas em Bruxelas, no final dum encontro com responsáveis da área da Fiscalidade que teve como objetivo dar a conhecer à Comissão Europeia o programa português de faturação eletrónica atualmente em vigor.

Introduzido a 1 de janeiro de 2013, o novo regime começou logo a produzir efeitos imediatos em termos de deteção de fraude e evasão fiscal.

"Estas medidas têm permitido um aumento da arrecadação de impostos em diversos sectores e contribuido para detetar situações de divergência e de fuga ao fisco por parte de muitas empresas", referiu Paulo Núncio, citado pela Lusa.

Graças ao sistema, no final de maio as Finanças contabilizavam já em mais de 30 mil empresas de diversos sectores que não declararam o IVA devido. Atualmente o número já vai em 40 mil

"Hoje em dia houve um avanço muito significativo nestes programas de combate à fraude e evasão fiscal e à economia paralela e Portugal está na dianteira a nível europeu na eficácia deste combate", acrescentou o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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