As ações da Apple refletem a tensão que se tem sentido à volta da empresa nos últimos meses: apesar de todos reconherem a capacidade que a empresa tem em monetizar os serviços e produtos que lança, tem faltado a inovação que chegou a catapultar a marca da maçã como a empresa mais valiosa do mundo.

Durante a sessão de quarta-feira as ações da Apple chegaram a ser trocadas abaixo por 398 dólares. A última vez que os títulos da tecnológica atingiram esse valor foi em dezembro de 2011, o que representa um mínimo de 16 meses. Quando o Nasdaq fechou na quarta-feira, 17 de abril, a empresa tinha recuperado ligeiramente para os 402 dólares.

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As quedas são justificadas na imprensa internacional pelos resultados financeiros do primeiro trimestre fiscal do ano por parte das empresas que fornecem componentes para os dispositivos da Apple. Os analistas recebem estes recuos financeiros como um sinal de que a procura pelo iPhone e pelos iPad tem diminuído.

Em comparação, a Google fechou a sessão de ontem nos 782 dólares - depois de há algumas semanas ter atingido um máximo histórico de 800 dólares por ação -, e cada título da Microsoft valia quase 29 dólares.

A empresa liderada por Tim Cook deve apresentar os resultados financeiros do último trimestre fiscal na próxima semana, acontecimento que deve influenciar de forma substancial - de forma positiva ou negativa - a prestação da tecnológica no Nasdaq.

Cada ação da Apple já valeu mais de 700 dólares, o que representa uma desvalorização de quase 50% no espaço de alguns meses.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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