A empresa de capitais espanhóis ADD, que actua na área de distribuição de produtos e serviços informáticos, iniciou hoje formalmente actividade em Portugal.



Vocacionada para o canal de distribuição e não para o cliente final, a ADD tem uma estratégia centrada na transferência tecnológica de soluções emergentes em ambientes de sistemas abertos que incide sobre três áreas complementares: desenvolvimento e infra-estrutura de e-Business, segurança e qualidade de serviço.



A área de desenvolvimento e infra-estrutura e-Business aposta na disponibilização de soluções completas de desenvolvimento e infra-estrutura em Java, onde se incluem desde ferramentas e soluções para gestão e distribuição de aplicações em ambientes de negócio electrónico, às tecnologias para criação de portais e análises de informação gerada na Web.



Com base na apostas em standards abertos, a ADD fornece ainda um conjunto de ferramentas para o desenvolvimento de aplicações J2EE e o funcionamento das mesmas em ambientes e-Business. Nesta área a empresa de capitais espanhóis trabalha com a Verity, Webgain, iPlanet, Marímba e WebTrends, entre outras.



A divisão de segurança e qualidade de serviço da ADD tenta oferecer ao mercado da distribuição um conjunto de soluções que satisfaçam todas as necessidades de segurança dos seus clientes, apostando em áreas como a segurança de perímetros, a detecção de intrusos, a análise de vulnerabilidades, a segurança biométrica e a integridade e protecção de dados, com parceiros onde se incluem a Intrusion, a StoneSoft, a WebTrends e Trend Micro, entre outros.



Para o início da sua presença directa em Portugal, a ADD investiu cerca de 300 mil euros, dos quais prevê ver retorno ao fim de 12 a 15 meses. A facturação relativa a 2002 deverá rondar o milhão de euros, ao mesmo tempo que se prevê uma facturação global de 33 milhões de euros. Durante o primeiro ano de actividade, a ADD Portugal terá uma equipa de cinco pessoas, que em 2003 deverá duplicar.



Embora as ferramentas e soluções da ADD se dirijam ao canal de distribuição, têm como clientes finais as grandes contas da área das telecomunicações, banca e governo. O objectivo para o mercado português é estabelecer acordos com 20 a 25 integradores, "5 ou 6 dos mesmos 100 por cento fidelizados" segundo o afirmado por Jordi Rodriguez Mauri, director da ADD para Portugal.

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