O programa vai visar apenas trabalhadores nos Estados Unidos e o objetivo é preparar um terço dos colaboradores locais da empresa - nos EUA a Amazon emprega 300 mil - para desempenharem as profissões que mais vão fazer falta à empresa até 2025.

Especialistas em mapeamento de dados e cientistas de dados são duas das funções em que a empresa reconhece estar de olho, sublinhando que o emprego nestas duas áreas cresceu 832% e 505% nos últimos cinco anos, respetivamente.

Arquitetos de soluções, engenheiros de segurança, analistas de negócio ou coordenadores de logística são outras funções destacadas pela Amazon, pelo crescimento exponencial do emprego nos últimos anos e por serem áreas onde a empresa também não quer correr o risco de lhe faltarem recursos.

Note-se que a Amazon, através de programas atuais e de novas iniciativas, prepara-se para investir não só na requalificação de competências, mas na qualificação de recursos não técnicos em áreas emergentes e de mão-de-obra escassa. Para esta qualificação de recursos sem competências técnicas atuais criou a Amazon Technical Academy, que será a “escola” de serviço, para fazer novas carreiras na empresa, que por diversas vezes já foi alvo de críticas pelas suas políticas laborais. Estará a tentar redimir-se ao apenas a fazer contas?

Em todo o mundo, a Amazon soma mais de 600 mil empregados.

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