As apreensões de CDs e DVDs ilegais aumentaram no ano passado 45 por cento, atingindo as 229.145 cópias. A maior parte das cópias apreendidas dizem respeito a DVDs, com perto de 125 mil unidades confiscadas. No que se refere aos conteúdos áudio foram apreendidas 80 mil cópias. Em ambos os casos registou-se um aumento significativo das apreensões levadas cabo: 20 por cento no caso das DVDs e 52 por cento no caso dos CDs.



Em valor, as apreensões realizadas no ano passado (cópias e equipamentos) somam 5,1 milhões de euros. Por regiões foi em Lisboa, em Faro, no Porto, em Santarém, Setúbal e Braga que se realizou o maior número de apreensões. Lisboa foi o concelho com mais cópias ilegais detectadas (21.615), o Porto o distrito (54.472).



O relatório da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, publicado pelo organismo do Ministério da Cultura, explica o aumento das apreensões com o reforço das actividades de fiscalização no terreno, nomeadamente através das deslocações a feiras, salas de cinema ou espaços de diversão nocturna.



Em 2006 foram inspeccionados 1.378 agentes económicos, mais 337 que no ano anterior. Desde 2004, altura em que começou a aumentar a pirataria áudio e vídeo, o IGAC já aprendeu cerca de meio milhão de cópias ilegais.



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