(Corrigida) Nos primeiros seis meses do ano foram levadas a cabo pelas autoridades portuguesas mais de mil inspecções. Empresas, estabelecimentos comerciais e agentes económicos foram visitados pelas autoridades à procura de software ilegal. Das buscas efectuadas resultaram 70 apreensões, envolvendo 364 PCs.
O software ilegal apreendido valeria cerca de 1,8 milhões de euros se fosse legal, explica em comunicado Manuel Cerqueira, presidente da ASSOFT - Associação Portuguesa de Software, que divulga a informação.
As operações de fiscalização foram levadas a cabo em 90 concelhos de 18 distritos do continente e permitiram concluir que os sectores menos cumpridores são a arqueologia, arquitectura, construção, consultoria, escolas de condução, estúdios, gráficas, imprensa e publicidade.
O responsável da associação irá referir os números no Global Play Fair Day, uma iniciativa criada pela Microsoft que pretende promover a protecção da Propriedade Intelectual e a utilização indevida e ilegal de bens e produtos que requeiram licença.
Nota de redacção: A notícia foi corrigida para modificar a informação relativamente ao período temporal das fiscalizações referidas. A primeira informação divulgada à imprensa referia um período de três meses. Um segundo comunicado veio rectificar que as mil fiscalizações foram afinal realizadas num período de seis meses.
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