Segundo dados da agência de notícias financeiras Bloomberg, pouco antes das 05:00 (hora de Lisboa), a criptomoeda atingiu um novo máximo histórico de 111.878 dólares (98.700 euros). Posteriormente, a Bitcoin perdeu força e reduziu os ganhos para 1,53%, caindo para 111.382 dólares (98.262 euros) por volta das 06:15 em Lisboa.
Desta forma, a criptomoeda líder do mercado renova máximos (o anterior máximo era de 109.856 dólares ou 96.919 euros), registados na quarta-feira. Este ano, a Bitcoin valorizou-se em cerca de 18%.
O analista de mercado Manuel Pinto disse que a criptomoeda está a beneficiar principalmente da fraqueza do dólar e das crescentes preocupações com o défice orçamental dos Estados.
Manuel Pinto acrescenta que isto é também motivado pelo "otimismo em torno da regulamentação das stablecoins [criptomoedas ligadas a um outro ativo, mais estável] e por uma mudança favorável no foco regulatório" sob a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump.
Simon Peters, analista especialista em criptomoedas da plataforma eToro, acredita que a subida do Bitcoin se deve a uma expectativa de aumento da liquidez global ao longo do ano.
"A recente descida da classificação de crédito dos Estados Unidos e o montante da dívida que precisa de ser refinanciada este ano" podem afetar "a procura atual por títulos do Tesouro recém-emitidos", o que levaria a Reserva Federal dos EUA a imprimir mais dinheiro para cobrir estes títulos e a aumentar o seu balanço, acrescentou Peters.
"Tradicionalmente, o preço do Bitcoin aumenta em linha com o crescimento do balanço da Fed", disse o analista.
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