A produção de software no Brasil poderá vir a beneficiar de um plano fiscal específico. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, revelou ontem que o seu governo está a estudar um novo modelo tributário com o qual pretende fazer crescer o volume de exportações naquela área.



"A meta é ampliar as exportações do sector dos actuais 100 milhões de dólares para os 2.000 milhões em 2007", indicou Furlan, citado pela agência Europa Press. O mesmo responsável salientou que apesar de ser o sétimo classificado no mercado mundial de software, o Brasil importa cerca de 1.000 milhões de dólares em tecnologia informática.



A carga tributária é, na opinião das fabricantes brasileiras de software, um dos obstáculos para o aumento da competitividade do país no mercado externo. Face ao problema que se coloca, a Hewlett-Packard Brasil avançou com uma proposta, onde defende o desagravamento dos custos com a exportação para ganhar competitividade no exterior, que apresentou ontem em São Paulo, durante a demonstração da Plataforma Brasileira de Exportação de Serviços de Software (PES), um projecto-piloto definido na política industrial do Governo para o incremento das exportações de serviços de tecnologia da informação.



A PES "é uma ilha tecnológica que permite administrar centros de dados e fábricas de software de qualquer lugar do mundo", explicou um porta voz do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, citado na notícia da Europa Press.



A indústria do software é apontada como uma das quatro áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento do Brasil, segundo a política governamental daquele país, anunciada em Março passado.



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