As autoridades europeias da concorrência analisaram os impactos da junção de dois serviços com características semelhantes: a aplicação de mensagens do WhatsApp e o serviço de chat do próprio Facebook.



As conclusões indicam que não há sobreposição das ofertas e que os dois serviços "não são concorrentes e que os consumidores continuarão a ter um leque alargado de opções de escolha" no que se refere a este tipo de aplicações, depois de o negócio estar concretizado.



A CE também analisou possíveis impactos do negócio na área da publicidade online, a que se juntaram o potencial impacto nos serviços de comunicações e nas redes sociais.
Nesta área da publicidade a conclusão foi no mesmo sentido, não se antecipando que a integração do WhatsApp venha a alterar de forma significativa a posição da empresa naquele mercado.



A notificação do negócio à Comissão Europeia aconteceu no dia 29 de agosto. O anúncio do negócio aconteceu meses antes, em fevereiro. A dona da maior rede social do mundo vai desembolsar 19 mil milhões de dólares para controlar o popular serviço de messaging, que em agosto atingiu os 600 milhões de utilizadores.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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