O presidente da Autoridade da Concorrência defendeu hoje na Assembleia da República que a aprovação da fusão entre a Zon e a Optimus pelo regulador deverá implicar alguns compromissos das empresas.



"Procuraremos ser tão expeditos quanto possível. Antecipamos alguns compromissos e esperamos anunciá-los logo que possível", disse Manuel Sebastião, durante uma audição na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças esta manhã.



O mesmo responsável, cita ainda o Jornal de Negócios, acrescentou que o processo de notificação foi feito corretamente, pelo que não obrigou nenhuma das duas empresas a fornecer informação extra ou reformular a informação entregue ao regulador, mas não adiantou mais detalhes.



A proposta de fusão entre Zon e Optimus e foi anunciada pelos acionistas de referência de ambas as empresas em dezembro e tem vindo a ser preparada desde então. Foi recentemente aprovada pelos acionistas - 99% dos acionistas da Zon ainda na passada semana disseram sim ao negócio - e continua a ser preparada.



A provação regulatória é um dos passos ainda por concretizar. Têm de opinar sobre os impactos para a concorrência a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, a Anacom e a Autoridade da Concorrência. Até à data apenas a primeira se pronunciou-se e não tem objeções à fusão.



As estimativas indicam que a fusão da Optimus e da Zon deve gerar sinergias entre os 300 e os 400 milhões de euros, criando um grupo com receitas de 1,6 mil milhões de euros.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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