A organização norte-americana de defesa do consumidor Consumer Watchdog pediu ao Departamento de Justiça (DOJ) norte-americano que investigue a Google por práticas anti-concorrenciais. A divisão da gigante em duas é uma das soluções que advogam.
A notícia chega cerca de dois meses após ter dado entrada na Comissão Europeia um pedido semelhante apresentado por três empresas a operar no espaço comunitário, um comparador de preços britânico, um motor de pesquisa para assuntos legais francês e um site compras alemão (propriedade da Microsoft).
Na queixa intentada ontem, em conjunto com um investidor da área das telecomunicações móveis e as empresas myTriggers.com e TradeComet.com, a associação defende que gigante das pesquisas tem manipulado os resultados das pesquisas com a inserção de publicidade e que exclui os seus potenciais concorrentes nos resultados apresentados.
Ambas as empresas operam na área das pesquisas online e garantem que a gigante dificultou as suas tentativas de fazer publicidade no Google - uma atitude que, a confirmar-se, constitui uma prática contrária às leis que protegem a concorrência.
Para além de solicitarem a investigação por parte do DOJ, os queixosos chegam inclusivamente a sugerir que a Google deveria ser dividida em duas, uma dedicada às pesquisas e outra à publicidade, dando como exemplos de práticas desleais da empresa a inclusão de publicidade entre os resultados do seu motor de busca e no seu serviço de pesquisas de livros.
O DOJ ainda não comentou o assunto, mas um dos responsáveis pela comunicação da Google, citado pela imprensa internacional, alega que a Consumer Watchdog tem sido sempre "implacável e negativa" com relação à empresa.
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