A Electronic Arts (EA), empresa americana de videojogos, confirmou que vai despedir 350 dos seus mais de 9000 trabalhadores. Os departamentos mais afetados vão ser os de marketing e de publishing, numa medida que vai implicar o encerramento de escritórios na Rússia e na China.

A notícia foi divulgada pelo website de videojogos Kotaku, que teve acesso a um email enviado pelo CEO da EA, Andrew Wilson, aos trabalhadores da empresa. A informação foi mais tarde confirmada pela própria Electronic Arts.

Em comunicado official, a EA afirma não ter tomado a decisão de ânimo leve, mas que se tratam de “passos importantes para a abordagem dos desafios da empresa e preparação para as oportunidades que temos pela frente”. A empresa refere ainda que o seu foco está em "melhorar a qualidade dos jogos e serviços".

Um representante da Electronic Arts acrescentou que a empresa está a tentar encontrar outras funções dentro da empresa para alguns dos trabalhadores despedidos, garantindo que os que não ficarem irão ter direito a “indemnização e outros recursos”.

2019 tem sido um ano marcado por muitos despedimentos na indústria de videojogos. Anteriormente, a Activision Blizzard já tinha dispensado quase 800 trabalhadores, enquanto que a ArenaNet, por sua vez, confirmou que iria avançar para despedimentos em massa.

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