Os dados de mercado da consultora para 2013, que ainda são preliminares, revelam também que o número de empresas inquiridas que diz não ter planos de adoção da tecnologia a curto médio/prazo, baixou dos 35% registados no inquérito anterior, para os 20%.

As conclusões resultantes da análise anterior indicavam que o cloud computing era parte integrante da estratégia global da organização só em cerca de 10%, das perto de 5.000 empresas inquiridas.

O facto de 20% das empresas ter apostado na migração dos seus sistemas críticos para a Cloud compara com os 13% de respostas apuradas no inquérito divulgado em 2012.

Entre os modelos disponíveis, o híbrido continua a ser aquele que reúne maior número de adeptos no mercado português (48%), mas agora seguido da nuvem privada (12%) e só depois pela nuvem pública (10%). O correio eletrónico e a videoconferência são os serviços de cloud computing pública mais utilizados em Portugal.

De acordo com as estimativas da IDC, em 2016 os serviço na "nuvem" vão representar 3% da despesa de TI, numa despesa que crescerá 32%, dos 38 milhões de euros registados em 2012, para os 104 milhões de euros.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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