O negócio para empresas da Epson cresceu seis pontos percentuais num ano, representando actualmente 58 por cento da facturação, quando em igual período de 2009 se situava nos 52 por cento.

Os resultados obtidos vão ao encontro da actual estratégia da fabricante, que quer afirmar-se como um fornecedor de soluções globais, tentando ultrapassar a associação quase exclusiva ao mercado de consumo.

"Durante muitos anos estivemos conotados com a área da impressão, e muito concretamente no segmento do consumo, e de momento queremos desmistificar um pouco essa imagem e apresentar-nos como um fabricante que tem uma panóplia de produtos, que cobre um conjunto alargado de diferentes necessidades e exigências em diferentes mercados", referiu Pedro Pepino, director da Epson, em declarações ao TeK.

Segundo o responsável, este reposicionamento não implica, de todo, o abandono do segmento de consumo na estratégia de produtos de impressão e consumíveis da empresa. "Continuamos a querer assegurar as nossas posições no segmento de consumo, mas também queremos que o mercado saiba que os nossos produtos também dão resposta às necessidades empresariais".

O balanço da receptividade do mercado português ao novo posicionamento estratégico é positivo. "Pouco a pouco, temos vindo a fazer uma aproximação muito importante às PME que nos tem permitido conquistar uma maior participação neste mercado que não tínhamos", salientou.

Pedro Pepino não esconde que a nova estratégia de maior aposta no segmento empresarial se destina, igualmente, a endereçar a retracção registada no mercado de consumo, que entre Janeiro e Setembro deste ano terá caído 27 por cento, face a igual período do ano passado, em número de unidades.

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