Válido para os próximos dois anos, o "Smart Cities Partnership Strategic Implementation Plan" define um conjunto de novos objetivos relativos ao planeamento, construção e funcionamento destas cidades inteligentes, que passam pelas tecnologias da informação, pelos transportes e energia e por novas formas de integrar estas áreas.

As novas medidas partem do pressuposto de que os dados "são abertos por defeito", ou seja, que os dados resultantes podem ser reutilizados por outros, "de modo a criar benefícios adicionais para cidadãos, empresas e governos", refere-se numa nota de imprensa.

O plano de ação também sugere melhorias na forma como as cidades são geridas, aconselhando formas diferentes para envolver os cidadãos e formas mais colaborativas de organização.

Zonas de inovação, novos modelos de negócio, reavaliação da legislação e uma aproximação mais standardizada à recolha e utilização dos dados de modo a facilitar a comparação entre estratégias e cidades são algumas sugestões que integram o conjunto de medidas.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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