Tal como Cavaco Silva, também Mário Lino concorda que, em tempo de crise, é necessário haver moderação nos salários dos gestores. No final do debate quinzenal na Assembleia da República, realizado ontem, o ministro das Obras Públicas reforçou a ideia dizendo que já pediu à Portugal Telecom transparência e contenção salarial da administração.

A recomendação surge a uma semana da Assembleia-geral da operadora, na qual serão eleitor os novos conselhos de administração, que passará a ter 25 elementos (mais dois), e comissão executiva - que passa de quatro a sete executivos - para os próximos três anos.

"A administração da PT deverá dar um sinal de contenção em relação às suas remunerações e prémios de gestão", frisou o ministro explicando que o grupo de telecomunicações deverá ser "um exemplo ao nível de gestão e de importância de projectos, deve também ser um exemplo em outras matérias", escreve a Lusa.

Como tal, Lino já pediu "à administração da PT transparência na política das suas remunerações e dos prémios de gestão que ganham".

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