Os resultados financeiros da HP no segundo trimestre do ano não são famosos, com uma descida de 31% nos lucros e de 3% nas receitas, mas a pior notícia vem da confirmação dos despedimentos no âmbito de uma reestruturação que já tinha sido antecipada na semana passada.

A empresa liderada por Meg Whitman vai dispensar 27 mil funcionários em todo o mundo, o que corresponde a cerca de 8% do número de trabalhadores. Os despedimentos vão estender-se ao longo de dois anos, estando concluídos até 2014, e o objetivo é conseguir poupar 3,5 mil milhões de dólares por ano.

A HP garante que a maioria dos despedimentos serão feitos através de reformas antecipadas e um terço das dispensas serão nos Estados Unidos. O TeK já contactou a HP em Portugal para perceber de que forma a estrutura local será afetada mas não obteve resposta até à hora de publicação da notícia.

Meg Whitman admite que os despedimentos afetam a vida dos colaboradores de forma negativa, mas que neste caso são absolutamente essenciais para manter o equilíbrio da empresa a longo prazo.

Apesar dos resultados pouco positivos os números apresentados para o segundo trimestre pela líder do mercado de PCs ficaram acima das expectativas dos analistas de Wall Street. Nos últimos 18 meses a HP tem falhado consequentemente as previsões de resultados, mas desta vez conseguiu melhorar a pontaria.

No segundo trimestre a HP registou resultados líquidos de 1,59 mil milhões de dólares, numa descida de 31% face ao trimestre homólogo de 2011, e as receitas caíram 3% para os 30,69 mil milhões. A crise económica na Europa teve um impacto bastante negativo que foi referenciado pela CEO da empresa.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Fátima Caçador

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