No mesmo dia em que apresentou o novo Magalhães a J.P. Sá Couto fez o balanço dos últimos seis meses do projecto.

Os números divulgados mostram que a empresa já entregou 65 mil unidades em Portugal, 50 mil no programa e-escolinha e 15 mil no retalho, mas que terá produzido no ano de 2008 230 mil unidades. A diferença é de 165 mil Magalhães que João Paulo Sá Couto confirma que estão em stock, para entrega no programa e-escolinhas e nos projectos internacionais.

Questionado pelos jornalistas face ao descontentamento que existe pela dificuldade de entrega dos portáteis Magalhães nas escolas, João Paulo Sá Couto afasta responsabilidades, explicando que a empresa é responsável pela produção dos computadores e não pelo processo logístico de recepção de encomendas e entregas.

A capacidade de entregar até Março a totalidade da encomenda do e-escolinha, que é de 500 mil unidades, foi novamente destacada pelo responsável da J.P. Sá Couto, facto que já tinha sido afirmado em Outubro.

A empresa tem prevista a produção de 1,8 milhões de unidades em 2009, mas pode chegar aos 2,7 milhões, um número que está dependente do plano de negócios actual e de contratos a fechar até final do primeiro trimestre.

Para isso a empresa duplicou o número de turnos na actual fábrica, aumentando em Janeiro a capacidade de produção para 150 mil unidades por mês e prevendo ainda a abertura de uma nova fábrica em Julho, num investimento de 30 milhões de euros.

Recorde-se que para além do programa e-escolinha, que absorve 500 mil portáteis Magalhães, a J.P. Sá Couto está a comercializar o portátil numa série de países, entre os quais a Venezuela, que encomendou 1 milhão de unidades e que deve receber a primeira tranche já em Janeiro, seguindo-se Angola, Equador e eventualmente a Líbia.

Fátima Caçador

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