Fiorina concorre pelo partido republicano, o mesmo que levou a família Bush ao poder e se for eleita representante do partido pode vir a defrontar Hillary Clinton nas próximas presidenciais. Hillary Clinton é democrata. Já esteve no Governo de Obama e posiciona-se agora para liderar ela a corrida do partido às próximas eleições.



A gestão de uma multinacional durante vários anos, entre 1999 e 2005, é um dos pontos de relevo no currículo de Carly Fiorina e um dos argumentos usados pela executiva para se afirmar a pessoa certa para o cargo, embora a experiência não tenha aparentemente sido tão boa para a fabricante como para a própria. Pelo menos a avaliar pelo fim da história.



Carly Fiorina foi convidada a sair da liderança da HP em 2005, mas levou para casa uma indemnização de 21 milhões de dólares. Por essa altura a fabricante ainda estava a afinar a estratégia para acomodar a fusão milionária com a Compaq, que aconteceu já na presidência da executiva.



Agora Carly Fiorina, que já nas últimas edições norte-americanas assumiu um papel ativo na campanha do candidato republicano, fala no seu conhecimento relativamente à forma como a economia funciona, na experiência empresarial e na capacidade de tomar decisões difíceis para se assumir como a pessoa certa para suceder a Obama.



Os norte-americanos vão a votos em 2016. Para chegar ao momento da eleição Fiorina terá primeiro de vencer os outros candidatos do partido republicano que, para já, são mais três.



Antes de se apresentar oficialmente como candidata à Casa Branca Carly Fiorina já tinha começado a marcar uma posição e nas últimas semanas tem feito várias intervenções públicas a criticar Hillary Clinton.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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