As contas desta vez são feitas pela organização britânica de luta contra a pobreza Oxfam, com base em dados do Credit Suisse e da Forbes, e pretendem alertar para a transferência de riqueza para os mais abonados, em vésperas da organização de mais uma edição do Fórum Económico Mundial.

Além do antigo patrão da Microsoft, Bill Gates (1º), de Jeff Bezos, da Amazon (5º), do criador do Facebook, Mark Zuckerberg (6º) e de Larry Ellison, da Oracle (7º), constam da lista os empresários Amancio Ortega, fundador da Inditex, (2º), Warren Buffett, maior acionista da Berkshire Hathaway (3º), Carlos Slim, proprietário do grupo Carso (4º), e Michael Bloomberg, da Bloomberg (8º).

Juntos estes oito milionários acumulam a mesma riqueza que 3,6 mil milhões de pessoas, o equivalente à metade mais pobre da população mundial. Segundo os dados, avançados pela Reuters esta segunda-feira, os números demonstram que a distância entre ricos e pobres está em níveis nunca antes vistos, já que a riqueza da população mais pobre do mundo está abaixo daquilo que tinha sido inicialmente contabilizado, nomeadamente depois de apurados dados da China e da Índia.

Enquanto os mais pobres registam estagnação no crescimento das suas poupanças, a riqueza dos mais abastados aumentou em média 11% ao ano desde 2009, o segundo ano da grande recessão.

A Oxfam quer ver os benefícios fiscais aos mais ricos abolidos assim como os pagamentos desproporcionalmente elevados das empresas aos acionistas com maior “volume” de riqueza acumulada. 

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