A Motorola propôs um acordo à Microsoft para pôr termo a uma querela em que as fabricantes se acusam mutuamente de violação de patentes - e que poderá resultar na proibição da venda nos Estados Unidos de alguns produtos já a partir do próximo mês.

No caso em apreciação pela International Trade Commission (ITC) a Motorola é acusada de violar patentes da Microsoft ao integrar o ActiveSync nos seus smartphones. Por sua vez, a gigante de Redmond usa na Xbox 360 e em alguns produtos Windows um formato de compressão de vídeo que foi criado pela fabricante de telemóveis, explica a Bloomberg.

Ambas as empresas enfrentam a possibilidade de verem os seus produtos banidos nos Estados Unidos caso não resolvam os diferendos.

A Motorola Mobility estará, porém, numa situação pior, pois existe já uma decisão, pronta entrar em vigor a 17de julho, que vai impedir as vendas dos telemóveis da marca que recorram à tecnologia de sincronização para emails e notificações criada pela Microsoft.

Assim, a fabricante móvel, que a Google comprou em maio, propôs à criadora do Windows pagar-lhe 33 cêntimos de dólar por cada smartphone que venda equipado com o software ActiveSync software.

Está também disposta a baixar, para os 50 cêntimos por unidade comercializada, o valor inicialmente pedido pela licença de utilização do formato de compressão de vídeo que a rival usa em produtos com o Windows instalado. Continua, no entanto, a exigir 2,25% do valor de cada Xbox vendida.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes

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