
Anunciado no ano passado e concretizado em meados deste ano, o negócio que passa para a Panasonic o controlo da Sanyo está finalmente concluído.
Na sequência do negócio, a Sanyo passa a estar no mercado como subsidiária consolidada da Panasonic. A estratégia do novo grupo ainda não é conhecida e só deverá ser revelada quando for anunciado o plano de negócio de médio prazo, no próximo ano fiscal.
O que já se sabe é que o grupo pretende assumir uma presença forte na área da energia, para a qual prevê um forte crescimento nos próximos anos. No comunicado, onde dá nota da conclusão do negócio que lhe permitiu adquirir 50,2 por cento do capital da Sanyo, a Panasonic assume que "ambiciona ser o nº1 em inovação ambiental entre as empresas de electrónica de consumo em 2018", altura em que a empresa comemora 100 anos.
O negócio de mais de 6 mil milhões de euros vai permitir à Panasonic reforçar a presença, nomeadamente, nas áreas das baterias recarregáveis e painéis solares.
Em Setembro último a Comissão Europeia, um dos reguladores a pronunciar-se sobre o caso, aprovou o negócio, com algumas condicionantes, que visavam assegurar a manutenção da concorrência nas diversas áreas onde as empresas estão presentes, após o negócio.
Contactada pelo TeK, a Panasonic Portugal explica que, para já, "este negócio não terá implicações em Portugal", embora acrescente que ainda não dispõe de indicações sobre "eventuais implicações a médio prazo".
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