A ParaRede está a finalizar duas novas aquisições que irão complementar o portfólio da empresa na área de serviços. A maior das duas operações será realizada ainda este ano, através de um aumento de capital. A segunda poderá deslizar para o início de 2005 e será efectuada com recurso à dívida.



A informação foi adiantada hoje por Paulo Ramos, presidente da empresa, num almoço com jornalistas. O responsável escusou-se a adiantar os nomes das empresas, mas frisou que a Pararede "está empenhada nos esforços de consolidação do mercado, para a criação de uma empresa de TIs nacional estruturada capaz de ter uma presença fora de Portugal". Entre os mercados externos de eleição estarão África e Espanha.



De acordo com a informação fornecida, as aquisições terão um impacto muito positivo nas receitas e rentabilidade da ParaRede, uma vez que se tratam de empresas sem dívida e uma delas (a maior) terá mesmo uma rentabilidade superior à da ParaRede.



Paulo Ramos referiu ainda a compra recente da Damovo, como estratégica para a ParaRede na área da mobilidade, sendo que no curto prazo deverão ser anunciados os primeiros contratos conseguidos por esta via.



As perspectivas de negócio da ParaRede para o próximo ano mantêm-se inalteradas, com a empresa a estimar um crescimento das receitas de 30 por cento ao ano até 2006.



As novas aquisições anunciadas pela ParaRede seguirão o modelo de integração posto em prática pela empresa nas operações deste tipo realizadas até à data. As marcas desaparecem e os activos são totalmente integrados.



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