A ParaRede encerrou 2004 com resultados líquidos positivos depois de um processo de reestruturação longo. No ano em análise o lucro líquido atingiu os 2,6 milhões de euros, num crescimento de 115 por cento, face ao ano anterior. O volume de negócios fixou-se nos 37,8 milhões de euros, melhorando 27 por cento e a margem bruta atingiu os 27,3 milhões de euros, para um EBITDA de 2,5 milhões de euros.




Metade do negócio realizado pelo grupo no exercício 2004 enquadra-se na área de infra-estruturas, dentro desta, a revenda de produtos pesa cerca de 25 por cento. A empresa destaca ainda o peso crescente dos negócios internacionais - com destaque para os negócios em Angola - que no seu conjunto contribuíram em 14 por cento para as vendas totais realizadas em 2004.




Em conferência de imprensa, Paulo Ramos, presidente da empresa, explixou que 2005 será um ano de integração para a ParaRede, referindo-se à WhatEverNet, Gain e Damovo, empresas recentemente adquiridas. Esta integração dá origem a um novo modelo de organização da ParaRede que passa a dirigir os seus esforços no mercado através de três áreas de actuação principais: infra-estruturas, tecnologia (área para tecnologias próprias) e serviços.




Em termos de perspectivas a empresa antevê um volume de negócios de 65 milhões de euros para 2005 e um crescimento de 30 por cento no ano seguinte. Da mesma forma espera gerar uma margem de EBITDA de 10 por cento no próximo ano e 15 por cento no ano seguinte. Para concretizar estes objectivos de crescimento não está excluida a hipótese de novas aquisições.



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