A Primavera Software foi ontem distinguida na segunda edição do prémio PMEs Inovadoras, uma iniciativa que distingue uma empresa nacional pela sua capacidade de inovação e performance empresarial. A cerimónia serviu também para distinguir com menções especiais a WeDo Consulting, a EdiSoft e a Dão Sul, como empresa tradicional cujo percurso é também marcado pela inovação.



Os prémios patrocinados pela Cotec, Público e BPI encerraram a 2ª conferência anual da associação empresarial criada por Jorge Sampaio, seguindo um modelo espanhol que procura reunir as maiores empresas a operar em Portugal e criar uma agenda de iniciativas ligadas à inovação.




Desde o arranque uma das prioridades da COTEC são as iniciativas de apoio à criação de novas empresas, fomentar o trabalho de I&D e mais recentemente promover de contactos com e entre PMEs escolhidas pela sua capacidade de inovar. No âmbito deste trabalho foi criada no ano passado uma rede de PMEs Inovadoras que recebem apoio da COTEC sobretudo ao nível do networking.



A rede este ano integra mais oito empresas, que se juntam às 24 admitidas em 2005. Altitude, Cachapuz, ICC, Janela Digital,Movensis, Quidgest, SISCOG e Skysoft Portugal são as empresas com as quais a associação assumiu hoje o compromisso de ser um facilitador, ajudando a criar um conjunto de canais com entidades que as empresas precisam de se relacionar no seu dia a dia (como entidades públicas), promover contactos com os seus associados através de workshop que passará a realizar-se anualmente e criando uma base de informação actualizada com informação de todos os membros da rede.




Para o próximo ano a COTEC, através de Rogério Carapuça, presidente da Novabase, promete descer a fasquia nos critérios de candidatura ao prémio inovação para abarcar também empresas de médio ou baixa tecnologia "que não produzindo tecnologia a usam com sucesso", explicou.




Aníbal Cavaco Silva, presidente da Pepública, encerrou o evento com um discurso que tocou um conjunto de aspectos a melhorar, tipicamente apontados como pontos fracos das empresas portuguesas que influenciam de forma negativa a sua capacidade para competir em cenários internacionais - como a formação ou o investimento em I&D - para concluir com a proposta de criação de um conselho para a globalização que teria o seu patrocínio e integraria lideres nacionais e estrangeiros com três objectivos principais: compreensão do fenómeno da globalização e estudo de estratégias de posicionamento; criação na sociedade portuguesa do sentido de urgência relativamente à necessidade de mudança e, por fim, criação e estreitamento de relações entre empresas nacionais e empresas internacionais com o mesmo desejo de vencer.



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