Em 2003, a SAP Portugal registou receitas acima dos 50 milhões de euros, superando um objectivo que perseguia "há algum tempo", adiantou Joaquim Santos, director geral da subsidiária portuguesa, hoje em conferência de apresentação de resultados. A empresa alcançou um crescimento de 3,1 por cento face às receitas de 48,688 milhões de euros do ano anterior.



As receitas geradas pela venda de produtos, onde se incluem a venda de licenças de software e manutenção, saldaram-se em 37,018 milhões de euros, num crescimento de três por cento comparativamente aos valores de 2002. O negócio dos serviços e formação decresceu em três por cento face ao ano anterior, gerando receitas na ordem dos 10,418 milhões de euros.



Em resultados operacionais, a empresa registou um aumento na ordem dos 32,4 por cento para os 10,405 milhões de euros, face aos 7,858 milhões de euros alcançados em 2002.



As vendas na base instalada de licenças continuam a ser, segundo Joaquim Santos, o factor de maior peso para a facturação da SAP Portugal, embora a sua representatividade face à facturação global tenha diminuído ligeiramente, passando dos 75 por cento registados em 2002, para os 70 por cento em 2003.



O milhão de euros investido em marketing durante o ano passado no mercado das pequenas e médias empresas parece ter dado os seus resultados. Depois da disponibilização do SAP Business One em Novembro, a subsidiária angariou 15 novos clientes e o negócio de venda de licenças SAP para o sector aumentou 68,5 por cento, contribuindo com oito por cento do valor total das receitas de licenças registado em Portugal. Joaquim Santos prevê que a representatividade da área de negócio aumente para os 12 por cento durante este ano, quando em 2005 se deverá situar entre os 15 e os 20 por cento da sua facturação global.



Outra área de negócio de aposta para a SAP Portugal durante os próximos anos é a Administração Pública, onde a presença da empresa não é actualmente muito marcante, mas que deverá crescer de "forma relevante" durante 2004, com a "aguardada atribuição de projectos", garantiu Joaquim Santos.



Além da aposta nas PMEs e na Administração Pública, em 2004 a subsidiária portuguesa pretende igualmente dedicar especial atenção ao mercado bancário "que terá de proceder à revisão dos seus sistemas de informação". Com mais esta área a SAP pretende alcançar um objectivo de crescimento do volume de vendas de software de 10 por cento, adiantou o director geral da empresa.



A plataforma de integração de sistemas SAP NetWeaver terá papel fulcral na estratégia de crescimento da empresa, que pretende igualmente fazer crescer a sua quota de mercado na venda de soluções de CRM, onde quer arrecadar a primeira posição em Portugal, tal como aconteceu a nível mundial.



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