Um pouco aquém do ambicionado, o SAS Portugal registou em 2005 um volume de negócios de 7,15 milhões de euros, valor representativo de uma subida de 4,2 por cento comparativamente aos 6,86 milhões de euros de 2004. A empresa mostra-se expectante para o corrente ano, já que Janeiro e Fevereiro apontaram um desempenho recorde.



A área do software continua a ser representativa da maior parte do total das receitas (82%), com 5,83 milhões de euros, num aumento de oito por cento face ao ano anterior. Depois de ter saído dos resultados negativos em 2004, os serviços contribuíram em 2005 com 1,32 milhões de euros para o grosso do volume de negócios, embora com um valor representativo de um decréscimo de 9,6 por cento em termos homólogos.



Por sectores da indústria, a banca e os serviços continuam a ser os clientes mais importantes para a SAS Portugal, contribuindo em 44 por cento para o volume de negócios gerado, seguidos dos seguros (29%) e das telecomunicações e sector público, em pé de igualdade (7% cada um).



O decréscimo da contribuição do sector da Administração Pública durante 2005 no negócio do SAS justifica-se pela conclusão de um projecto para o Ministério da Justiça, segundo explicou Álvaro Oliveira de Faria, director geral da empresa em Portugal, em conferência de imprensa. Mas a AP continuará a ser um sector de aposta para o SAS Portugal. "É uma área que vai ter que dar um salto qualitativo significativo", considera Álvaro Oliveira de Faria.



Para o corrente ano a empresa de Business Intelligence prevê ainda uma estratégia mais agressiva relativamente às PMEs, um sector que actualmente tem um valor meramente residual nas contas do SAS Portugal. Os produtos e os serviços serão os mesmos, segundo explicaram os responsáveis do SAS, alterando-se apenas a política de pricing.



De modo a endereçar o sector das PMEs, o SAS Portugal constitui uma equipa comercial dedicada, estando neste momento a organizar periodicamente workshops onde dá a conhecer as suas soluções.


Neste sector, e de modo a endereçarem as suas necessidades tecnológicas, Álvaro Oliveira de Faria considera que se irá assistir a um movimento associativista. "Só assim as pequenas e médias empresas poderão fazer face a este tipo de investimento", afirmou. Por isso a estratégia do SAS Portugal para as PMEs será ditada conforme a evolução do mercado. "É uma aposta que estamos a fazer cautelosamente, crescendo à medida que o mercado for pedindo", acrescentou o responsável.



As previsões do SAS Portugal para 2006 apontam para um crescimento do volume de negócios na ordem dos 20 por cento. Em Janeiro e Fevereiro a empresa revelou ter registado um desempenho recorde, com um volume de novas vendas de software de 1,15 milhões de euros, originadas principalmente pela consolidação e implementação de novos projectos na área da gestão de risco para a área da banca.


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