Durante o ano de 2005 as empresas de Tecnologias de Informação a operar no mercado português acumularam um volume de negócios de 1.487,23 milhões de euros, valor que representa um crescimento de 6 por cento. Os números são revelados pela IDC no âmbito da "Análise Competitiva do Mercado de Serviços de TI em Portugal, 2006".



O ranking das 20 empresas com maior volume de negócios na área dos serviços TI é na edição deste ano liderada pela IBM com um crescimento de 16 por cento, valor acima do crescimento do mercado. A Edinfor ficou na segunda posição, seguida da PT SI e da Accenture.



A Novabase e a Reditus são também destacadas pela consultora. A empresa liderada por Rogério Carapuça registou um crescimento de 32 por cento na área de serviços, posicionando-se no quinto lugar da tabela. A Reditus é uma estreia no Top com um crescimento na área dos serviços da ordem dos 40 por cento, que lhe valeu a 15ª posição da tabela.



O mesmo ranking mostra que as primeiras sete empresas representaram cerca de metade da facturação do mercado de Serviços de Tecnologias de Informação, enquanto a totalidade das empresas representadas correspondem a 65 por cento do volume de negócios dos Serviços, mais 8 por cento que no ano passado.



Por áreas, o estudo indica que o Outsourcing foi o segmento com maior crescimento (36 por cento). Destaca-se ainda o facto dos Serviço de TI, a Consultoria e a Implementação representarem 36 por cento do volume de negócios do sector no ano passado. O Suporte e a Formação captaram 35 por cento do volume de negócios registado.



Para 2007 a previsão de crescimento de 1,8 por cento leva a IDC a aconselhar uma estratégia de vendas "com base em análises ROI (Return on Investment) e TCO (Total Cost of Ownership)", sublinha Gabriel Coimbra director da área de research e consultoria, prevendo que "as empresas consumidoras continuarão a tentar rentabilizar a tecnologia que possuem, optimizando-a mais do que realizando investimentos em grande escala".



O estudo contou com a colaboração de 244 empresas, representativas de 95 por cento do volume de negócios deste sector em Portugal.


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