O relatório "European Strategic Alliances 2001 - Profiles of Success" publicado pela IDC procura realçar que o desenvolvimento de estratégias e sinergias entre parceiros que invistam em aplicações vocacionadas para o mercado de software e que trabalhem as relações com os cliente, antes das decisões de aquisição de tecnologia serem tomadas, favorecem a continuidade das alianças estratégicas na Europa.

Assim, parceiros que possuam tecnologia complementar tal como experiência na sua integração e implementação podem contribuir para criar uma ponte entre a tecnologia e a vida real dos negócios, tendo em conta as suas oportunidades e os seus problemas. De acordo com a IDC, é suposto que os parceiros façam mais do que entregar a lista das ofertas dos distribuidores (vendedores) para preservar a imagem de marca do fabricante de software.

Aquele estudo analisou também as alianças estratégicas mantidas pelos oito maiores distribuidores (vendedores) de software europeus e examinou as diversas condições a ter em conta para obterem sucesso nos seus objectivos empresariais. Os perfis apreciados incluíam itens como o planeamento da aliança, a gestão de actividades, expectativas de performance e métrica, tal como a actuação no terreno, no âmbito dessa aliança. As aproximações, estratégias e lições recolhidas neste relatório podem servir para encontrar as melhores práticas e respostas a desafios na gestão das alianças na Europa.


Apesar do grande número de alianças estratégicas, noticiadas nos últimos tempos, se terem ficado apenas pelos press releases, a IDC sublinha que os maiores distribuidores de software procuram dar novo ânimo às suas parcerias, tendo a finalidade de propor verdadeiras sinergias estratégicas, que nada têm a ver com geografia mas com a criação de soluções que estabeleçam novas metas de mercado.

Simone de Bruin, gestora do programa da IDC que efectua pesquisa sobre alianças e parcerias na área do software europeu, afirma no comunicado presente no site daquela consultora que "o desenvolvimento local de parcerias estratégicas em determinadas regiões europeias e países continua a ser complicado, pois comunicar os objectivos e benefícios de uma aliança e desenvolver relações pessoais leva tempo", acrescentando que "nem todos os parceiros estratégicos podem cobrir todas as indústrias e todas as linguagens.

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