A empresa de soluções de segurança informática Symantec inaugurou hoje oficialmente o seu escritório em Portugal, numa representação que servirá para efectuar um melhor acompanhamento dos clientes e maior promoção dos produtos da empresa no mercado português, segundo o explicado por Miguel Castro Fernandes, responsável pelas operações da Symantec a nível nacional, no encontro realizado esta manhã com a imprensa.



O objectivo principal com a criação da equipa portuguesa é fazer crescer a representatividade dos produtos Symantec face às marcas concorrentes, "principalmente junto das grandes empresas", salientou o country manager, uma área onde a Symantec se mostra menos satisfeita no que diz respeito ao mercado nacional, ao contrário do registado com as soluções para o mercado de consumo. "Só uma representação local nos permitirá atingir tais objectivos", garantiu o responsável.



A empresa compromete-se a manter a actual política de revenda 100 por cento no canal, para o qual pretende continuar a transferir o know how Symantec, com mais certificação e cursos de formação "de modo a tornar o canal de revenda mais autónomo", acrescenta Miguel Castro Fernandes.



O objectivo a longo prazo é conseguir mais três "parceiros de elite" - que se juntarão aos dois actuais - "certificados e formados em diferentes tecnologias Symantec para que possam vender da melhor forma os nossos produtos high-end".



Embora mais focada no mercado empresarial, a Symantec Portugal garante que o utilizador individual não será esquecido. De acordo com o afirmado por Miguel Castro Fernandes, as soluções antivírus que vierem a ser lançadas terão manuais em português. As versões na língua lusa não serão para já, "mas terão que surgir mais cedo ou mais tarde", conclui Joaquín Reixa, director geral da Symantec Ibérica, também presente no encontro de hoje com a imprensa.



Sem revelar quaisquer dados financeiros - actuais ou estimados - relativamente ao mercado português, Joaquín Reixa afirmou que a abertura do escritório só prova que os números nacionais são "suficientemente bons" isoladamente.



A equipa contará inicialmente com duas pessoas, "o que basta para o arranque", segundo Miguel Castro Fernandes que adianta contudo que o ideal seria que a Symantec Portugal reunisse um grupo de trabalho de seis pessoas, "mas isso só fará sentido daqui a algum tempo", acrescentou.



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