Um maior esforço de interoperabilidade em todas as frentes é necessário para aumentar a competitividade da indústria europeia das TIC, defende a Task Force da Comissão Europeia para esta área, constituída por representantes de várias empresas do sector.



O grupo recomenda um foco forte no desenvolvimento de competências digitais, na redução dos custos com patentes e na promoção de mercados chave através de procurement público, como aspectos essenciais de actuação na sua primeira comunicação oficial desde que foi formado.



Entre as recomendações já produzidas está a necessidade de levar a cabo reformas estruturais que criem um ambiente produtivo mais flexível, com a manutenção dos investimentos nas redes de próxima geração e nos serviços públicos online.



Está também a promoção do crescimento das PME através da formação e da criação de novas competências, esforço que deve estender-se à generalidade da indústria.



Outra das recomendações do grupo sugere a criação de um ambiente regulatório único que facilite a convergência e o desenvolvimento de uma Sociedade da Informação inclusiva, enquanto no campo da propriedade intelectual e do registo de patentes se pede uma profunda discussão antes do avanço para alterações legislativas.



Ao nível do financiamento também são defendidas mudanças, como a criação de um ambiente mais amigável ao surgimento de capital de risco e orientando as políticas comunitárias para um cenário de competição mundial, nesta área da inovação e investigação.
Este grupo de acção, constituído pela CE em Junho passado, é uma de várias iniciativas criadas com o objectivo de ajudar no diagnóstico das questões estruturais que bloqueiam a inovação na UE.



A acção do grupo seguirá em estreita colaboração com as autoridades europeias que no próximo ano vão analisar a possibilidade de avançar com medidas concretas nesta matéria, à luz dos problemas identificados pelo grupo de gestores.



A indústria das Tecnologias da Informação e Comunicação contribui em 5,3 por cento para o PIB europeu e em 3,6 por cento para o emprego na UE, captando 25 por cento dos esforços de investigação na União Europeia.



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