A Quidgest celebrou os seus 30 anos de existência com a inauguração oficial das suas novas instalações, em Lisboa. Com um investimento de, aproximadamente, seis milhões de euros, o novo espaço servirá para proporcionar melhores condições aos colaboradores e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos pela empresa, tanto a clientes nacionais como internacionais.

O investimento acontece numa altura em que a tecnológica portuguesa está a apostar em novas áreas de atuação, como Business Process Outsourcing, Cibersegurança e Privacidade Digital e Sensores e Indústria 4.0. Paralelamente, continuam a ser assegurados os serviços de conceção e desenvolvimento de sistemas de informação, assim como consultoria, formação, investigação, assistência técnica e manutenção.

Na calha estão dois grandes projetos, um nacional e outro internacional, mas que nesta altura ainda não podem ser divulgados. “São dois projetos emblemáticos que nos orgulham muito. Como outros que temos em desenvolvimento”, referiu Carlos Costa, em declarações ao SAPO TEK.

O diretor de marketing da Quidgest deu alguns exemplos, mencionando o projeto de transformação digital do Governo da Jamaica, o projeto de responsabilidade social com as Nações Unidas e um projeto de sistema integrado com tecnologia Web e mobile ao nível da gestão na Universidade Nova de Lisboa, “uma forma de mostrar ao mercado que é possível fazer projetos desta envergadura com a nossa tecnologia, com as nossas pessoas”.

Sobre a posição alcançada pela empresa, depois de 30 anos de existência, refere que a Quidgest está “bastante bem” e que “é um grande orgulho” estar onde está, mas podia estar melhor. “É a visão do copo meio cheio ou do copo meio vazio, sabe? Poderíamos estar mais à frente...”.

Sobre o que podia ter corrido melhor, Carlos Costa deixa críticas à “lógica provinciana” que ainda impera entre a Administração Pública e as grandes empresas em Portugal de que “o que vem de fora é que é bom”. O mercado português poderia estar melhor se houvesse igualdade de circunstâncias.

Com a alavancagem interna, a internacionalização seria também mais fácil. “Lá fora o mundo é enorme e as oportunidades são infinitas, mas também está sempre relacionado com o mercado interno. Estamos muito bem onde vamos, já somos reconhecidos. Talvez nos falte um pouco mais de networking”.

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