A entrada de profissionais juniores nas empresas tecnológicas está a ser redefinida e dificilmente seguirá o mesmo percurso das gerações anteriores, avisa Marco Oliveira, que defende que atrair e reter talento tecnológico em 2026 exige menos euforia e mais liderança consciente.
Um novo estudo da Ethiack, que analisou 1.722 domínios, com mais de 57.898 ativos digitais, traça um quadro preocupante sobre as práticas de cibersegurança das empresas europeias na área do retalho.
A rubrica Mercados Justos do Século XXI, desenvolvida em parceria com o whatnext.law, centra-se, esta semana, nos desafios e dilemas da regulação da inteligência artificial e nas novas propostas para uma governação mais equilibrada da tecnologia.
A IA Generativa está a transformar a forma de proteção de ambientes digitais e industriais, mas Abílio Duarte defende que as equipas Nearshore de cibersegurança desempenham um papel crítico na engenharia contínua e proteção, oferecendo uma colaboração próxima, alinhamento cultural e interação em tem
Entre a maior consciência de empresas e utilizadores para a proteção de dados e uma aplicação longe de ser perfeita, a regulamentação tem vindo a complicar-se e a Comissão Europeia pretende agora simplificar processos com o Digital Omnibus. Mas será que isso traz novos riscos, sobretudo com a o trei
A IA vai também permitir criar propostas de crédito consolidado verdadeiramente personalizadas mas Rita Quaresma lembra que a transformação não vai acontecer isoladamente.
A Landing.Jobs já tem online o questionário que vai recolher dados para o estudo anual Tech Talent Trends Report, uma iniciativa que está já na oitava edição.
O .PT, entidade responsável pela gestão do domínio de topo de Portugal partilhou os números de registos em 20025, indicando um crescimento recorde de 16% e sublinhando "a vitalidade do ecossistema digital português".
Criada em 2020, a iniciativa da Closer Consulting chega agora à sua décima terceira edição. As candidaturas para a formação remunerada e intensiva estão abertas até ao dia 15 de fevereiro.
A Quidgest lançou a edição de 2026/2027 do seu Observatório Internacional. Segundo a tecnológica portuguesa, depois de uma primeira edição centrada no impacto da IA na transformação digital, a mais recente reflete um momento de maior maturidade no debate.
Os dados são da DE-CIX, o operador mundial de Pontos de Troca de Internet (IXP), e mostra que o volume de tráfego de dados continua a crescer, tendo mais do que duplicado desde 2020. Os momentos de picos de volume de dados do ano estão relacionados com eventos específicos.
Francisco Marques defende que Portugal tem hoje uma oportunidade histórica e que se abre uma nova etapa em que deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia estrangeira, e se assume como produtor de conhecimento, inovação e soluções globais.
Novos dados mostram que as fundadoras e cofundadoras de empresas europeias, em particular da Europa Central e de Leste, continuam a enfrentar dificuldades no acesso a financiamento de capital de risco.
Processos menos complexos e menos burocráticos podiam abrir as portas dos concursos públicos europeus às PME e gerar 117 mil milhões de euros em valor. As PME portuguesas (teoricamente) estariam em vantagem graças à maturidade tecnológica.
Com a entrada em 2026, um novo relatório, baseado em dados da Teamlyzer e numa análise às tendências globais, alinha um conjunto de previsões para o mercado de IT em Portugal ao longo dos próximos 12 meses.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
A Google e a Apple vão mesmo juntar forças para desenvolver a próxima geração de modelos de IA da empresa da maçã, baseados no Gemini. O acordo foi o empurrão que a casa-mãe da gigante de Mountain View precisava para entrar no “clube dos quatro biliões”.
Investir em análise de dados é, para as empresas portuguesas, apostar num ativo estratégico que pode gerar valor real: decisões mais acertadas, ganhos de eficiência, inovação, melhor experiência para clientes e uma gestão de risco mais robusta, defende Beatriz Duarte.
A CES marca o início do ano para muitas empresas de tecnologia, mas a presença portuguesa continua a ser muito reduzida numa feira que conta com mais de 4 mil expositores. Com modelos diferentes, a Bandora, Appning, Ynvisible e Defined.ai estão a conquistar o seu espaço.
Patrícia Espadaneira defende automatizar processos não equivale à criação de cultura, e nenhuma plataforma substitui a responsabilidade das lideranças em legitimar o tempo para aprender, incentivar a curiosidade e aceitar o erro como parte do crescimento
Os despedimentos são uma tendência cada vez mais comum para as grandes tecnológicas, como Amazon, Meta, Google e Microsoft, que, nos últimos três anos, despediram dezenas de milhares de funcionários.
Questionar, validar e agir de forma assertiva continua a ter um papel determinante na decisão estratégica, afirma Gabriel Carvalhal, lembrando que dados precisarão sempre de ser 'refinados' e combinados com o pensamento estratégico e a sensibilidade humana.