O Wi-Fi é uma tecnologia "agressiva" para a bateria de um smartphone, mas esta frase pode deixar de fazer sentido num futuro (muito) próximo.
Nos Estados Unidos, uma equipa de engenheiros da Universidade de Washington conseguiu desenvolver transmissores de Wi-Fi que funcionam tal e qual os atuais, mas com uma particularidade: usam 10.000 vezes menos energia. Até à data, as experiências conduzidas com esta tecnologia ainda não registaram velocidades de transmissão superiores a 11 megabits, mas os investigadores asseguram que os transmissores estão prontos a funcionar em "contextos reais e com equipamentos reais".
"Queríamos saber se conseguíamos chegar a um ponto em que os transmissores não usavam quase energia nenhuma", disse Shyam Gollakota, um dos engenheiros envolvidos no projeto, acrescentando que o objetivo foi praticamente alcançado.
Os primeiros resultados já foram formalmente publicados e serão apresentados pela primeira vez em público no Simpósio do Design e Implementação de Sistemas Operacionais no próximo mês de março.
A tecnologia ainda não foi analisada por uma entidade independente, mas o MIT já a considerou uma das tecnologias mais inovadoras de 2016.
Na prática, a aplicação desta tecnologia pode ajudá-lo a manter a bateria do seu smartphone durante mais um dia do que o normal, mas, mais importante do que isso, concretizar, de forma mais sustentável, contextos dominados por aparelhos conectados (IoT).
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