Pretendendo combater os ciberataques e minimizar os custos de incidentes de segurança, uma dúzia e meia de empresas da indústria de telecomunicações reuniram-se na criação da Fingerprint Sharing Alliance. As empresas vão partilhar informação e experiências de forma a reduzir o tempo de reacção aos mesmos.



Entre os participantes na nova associação contam-se operadores como a BT, NTT e MCI, mas também fabricantes de tecnologia, como a Cisco. A representatividade mundial está também garantida com a participação de empresas dos cinco continentes.



O presidente da Arbor Networks, que estabeleceu o sistema utilizado para comunicação da informação, explica que quando é iniciado um ataque de hackers o tempo necessário para a identificação da ameaça e a forma de a combater é um factor essencial. Ao colaborarem neste projecto as empresas de telecoms podem minimizar os danos causados pelos ataques e proteger de forma mais eficiente os seus clientes, indica ainda o comunicado.



A Fingerprint Sharing Alliance usa as bases de dados de clientes das operadoras associadas para examinar o comportamento de ataques hackers contra sistemas de Tecnologias da Informação, estabelecendo "impressões digitais". Estes dados são depois partilhados entre as empresas para criar sistemas de alerta globais.



O sistema utiliza software que monitoriza a rede e identifica picos de actividade anormal, mas toda a informação é mantida confidencial, sobretudo na fase de partilha de dados, até porque muitas das participantes na associação são concorrentes no mercado das telecomunicações.

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