Embora as aplicações de messaging sejam cada vez mais utilizadas, o SMS continuará a ser o sistema mais popular para a troca de mensagens e uma fonte de receita de grande representatividade no negócio móvel, nos próximos anos.

Um estudo da Informa Telecoms & Media aponta para que em 2016 sejam trocadas 9,4 biliões de mensagens de texto, face aos 5,9 biliões de mensagens enviadas em 2011 no mundo inteiro. Contudo a quota de mercado do SMS no tráfego de messaging vai baixar dos 64,1% para os 42,1% neste período de tempo.

Ao mesmo tempo o tráfego móvel de instant messaging irá aumentar de 1,6 biliões de mensagens para os 7,7 biliões, duplicando a quota de mercado de 17,1% em 2011 para os 34,6% em 2016.

Em termos de receitas, as mensagens tradicionais de texto irão originar 722,7 mil milhões de dólares entre 2011 e 2016.

Os resultados da análise mostram que haverá um ligeiro declínio nas receitas da troca de SMS em algumas regiões mais desenvolvidas, mas o valor gerado pelo sistema irá crescer a uma taxa composta anual de 3% nos próximos cinco anos.

“O declínio sentido pelas operadoras no tráfego e receitas geradas pelo SMS em detrimento dos serviços de messaging não será uniforme”, referem os analistas. Para um maior ou menor fenómeno de substituição contribuirão fatores como as estratégias de preços adotadas e a taxa de penetração dos smartphones e da banda larga móvel nos mercados em questão, acrescenta-se.

Nesta tendência, será a Europa a gerar maiores receitas provenientes da troca de mensagens SMS, com 174,1 mil milhões de dólares dos 722,7 mil milhões previstos.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Patrícia Calé

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