13 anos depois de ter perdido contacto com o IMAGE, a NASA voltou a cruzar os seus aparelhos com o satélite, que se encontrava à deriva no espaço sideral.
O Imager for Magnetopause-to-Aurora Global Exploration (IMAGE) foi lançado em 2000 com a missão de auxiliar a agência a criar as primeiras imagens detalhadas da formação de uma matéria chamada plasma ionosférico. A missão foi completa em 2002, mas o satélite deixou de estabelecer contacto com o planeta Terra em 2005. Em consequência, o IMAGE foi declarado perdido e a NASA resignou-se ao destino (aparentemente) incontornável do aparelho: passar o resto dos seus dias a flutuar no grande vazio.
No início deste mês o satélite foi detetado por um astrónomo amador, que comunicou à NASA a sua descoberta. A empresa levou algumas semanas a confirmar que o satélite era, de facto, o IMAGE, uma vez que o hardware e o software utilizados por este aparelho já não existem. Após alguns dias de análise, o laboratório Johns Hopkins Applied Physics, em Laurel, Maryland, conseguiu recolher informação suficiente do satélite para confirmar a sua identidade.
A equipa da agência espacial norte-americana vai agora passar algumas semanas a analisar os dados que conseguirem recolher do IMAGE, de forma a aferir o estado do aparelho e os sítios por onde este passou ao longo dos últimos anos.
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