A informação foi comunicada atempadamente aos clientes, na fatura de novembro de 2014, juntando os aumentos de preços dos serviços de comunicações (que rondam os 3%) com a atualização de preços da Sport TV. Mas muitos só agora tomam consciência da situação, até porque está na altura de pagar a fatura.

A empresa que lançou em 1998 o primeiro canal de desporto em Portugal, com conteúdos premium, pagos de forma adicional à subscrição de serviços de TV por cabo ou IPTV, decidiu atualizar o tarifário em janeiro, passando a mensalidade de 26 para 36 euros, numa subida de quase 40%, mas só para as empresas.

O aumento já está a gerar chamadas para as linhas de apoio das operadoras, agora que as empresas começam a pagar as faturas de janeiro – enviadas no início de fevereiro. Mas embora as operadoras de televisão paga acabem por “levar por tabela”, na verdade este é um serviço independente da assinatura de TV.

Embora ninguém comente oficialmente o número de reclamações, e muito menos números de desistências dos canais premium, do lado do suporte das operadoras com serviços empresariais há dicas para quem quer minimizar o impacto do aumento de preço. E algumas são mais criativas do que outras, mas passam também pela explicação de que este é um serviço que se pode desligar e ligar à medida das necessidades, de forma independente da fidelização de serviços de comunicações.

Atualmente a Sport TV tem cinco canais nacionais, a Sport.TV1, Sport.TV2, Sport.TV3, Sport.TV4 e Sport.TV5, todos disponíveis também em HD, que se somam a três canais internacionais, a Sport.TV ÁFRICA1, Sport.TV ÁFRICA2 e o Sport.TV AMÉRICAS. Este número resulta da reorganização feita em meados do ano passado.

O aumento de preços da Sport TV não é inédito em canais premium desportivos. A Benfica TV também aumentou os preços no ano passado, passando de 9,90 para 16,90 euros, num aumento de 70%, e da mesma forma aplicou o aumento só a empresas.

Contactada pelo TeK a Sport TV explica que “a diferenciação de preços entre clientes residenciais e empresariais trata-se de uma realidade comum a nível internacional para canais de acesso condicionado. Esta prática está relacionada com o número médio de clientes que assiste às transmissões televisivas num enquadramento residencial ou empresarial”.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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