A Oni deverá ser a empresa escolhida no âmbito do concurso público internacional que se propunha a encontrar um prestador de serviços capaz de assegurar um sistema de videovigilância nas escolas públicas.
A empresa terá sido a única entre 10 candidatas a conseguir chegar à fase final do concurso sem incumprimentos técnicos o que, à partida, e de acordo com o relatório preliminar do concurso, lhe garantirá a vitória, escreve o Diário Económico na sua edição de hoje.
O concurso em questão vai valer à operadora 24,5 milhões de euros e colocou a Oni em concurso com empresas como a Compta, que apresentou a proposta mais barata (quase 42 por cento abaixo do valor proposto pela Oni), ou a PT.
O preço apresentado pelas concorrentes tinha uma ponderação de 40 por cento e era avaliado a par com a qualidade técnica e os prazos de implementação previstos pelas empresas para fazer chegar a videovigilância às escolas públicas do 2º e 3º ciclos, mais secundárias.
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