A PT Multimédia já pediu ao regulador das comunicações a atribuição de frequências móveis que lhe permitam avançar com uma operação neste segmento do mercado. A informação foi confirmada ao Jornal de Negócios por Zeinal Bava, administrador da PT, referindo-se à resposta enviada à Anacom a propósito do Quadro Nacional de Atribuição de Frequências.
A empresa considera que o móvel é um dos caminhos para aumentar receita e garantir uma quota de 20 a 25 por cento do mercado de telecomunicações, meta que traça suportada em planos de investimento na voz fixa e móvel, já iniciados com a disponibilização de uma oferta de VoIP.
Recorde-se que na consulta efectuada pela Anacom, a propósito da qual a PTM manifestou o seu interesse em obter uma licença móvel, o regulador admitia a hipótese de dar luz verde à entrada de um quarto operador móvel no mercado, tirando partido de uma redistribuição de espectro.
A PT Multimédia considera-se o candidato ideal a uma possível quarta licença porque já conta com uma base de 1,4 milhões de clientes de televisão por subscrição, a que se juntam 370 mil clientes de banda larga, infra-estruturas de rede e capacidade de investimento. Zeinal Bava reafirmou ao jornal que se a PTM não obtiver uma licença móvel avançará para uma operação móvel virtual.
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