Especialista em soluções de que software que facilitam a gestão e aproveitamento pelas empresas de informação não estruturada - Enterprise Information Management (EIM), a tecnológica conta com mais de 50 mil clientes.



Em Portugal está desde 2004 e fornece tecnologia a algumas das maiores empresas do país e a várias entidades públicas. Em ano de crise, o responsável explica o TeK, como está o mercado e como está a empresa a reagir à transformação tecnológica que popularizou os modelos cloud.

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TeK: Numa altura em que a prioridade das empresas está na poupança de custos, quais as vossas expectativas para este ano em Portugal, em termos de negócio?
Pedro Faria Blanc:
A OpenText é líder em Portugal na sua área de atuação e os nossos clientes são principalmente grandes empresas em diferentes tipos de mercados. Apesar da situação económica complicada que o país atravessa, os projetos de EIM estão em constante evolução e são cruciais ao negócio dos nossos clientes, na medida em que os ajuda a reduzir custos e aumentar o seu desempenho e competitividade, pelo que prevemos continuar a crescer e a manter esta liderança indiscutível que vem desde há já alguns anos. O plano estratégico da OpenText passa por aumentar o seu volume de negócio até sermos uma empresa de 2000 milhões de dólares a nível global. Contamos e vamos apoiar-nos nos nossos parceiros com aplicações e conhecimento específico de indústrias específicas, com o objetivo de assegurar o êxito na implementação dos produtos da OpenText para desta forma, atingirmos este objetivo. Em termos de negócio, o mercado ECM e EIM na Península Ibérica tem crescido a um ritmo de dois dígitos e prevemos manter este ritmo de crescimento para o próximo ano.

TeK: Gerir a informação não estruturada é, e continuará a ser, um desafio crescente para as organizações. As empresas portuguesas estão a endereçar como a questão, em termos de prioridades e preocupações?
Pedro Faria Blanc:
Os projetos de ECM são estratégicos para as empresas na medida em que otimizam processos que lhes permitem melhorar a sua competitividade a curto e a médio prazo bem como o seu posicionamento no mercado. Muitas empresas estão conscientes destas vantagens e estão a apostar neste tipo de projetos. A aceitação por parte do tecido empresarial português relativamente a estas tecnologias tem sido muito positiva e esperamos que esta tendência de crescimento se mantenha e até aumente nos próximos anos.

TeK: Na vossa oferta existem soluções tradicionais e cloud. Como têm evoluído estas últimas no mercado português?
Pedro Faria Blanc:
Uma vez que nas áreas de Gestão Documental, Workflow e Arquivo, a OpenText é já uma referência destacada e um fornecedor típico, quer a nível local quer global, as áreas de maior aposta são os Portais, o BPM, as ferramentas sociais, a partilha segura de ficheiros e a mobilidade, todas muito direcionadas para modelos de cloud. Queremos então apostar no cross-selling na nossa enorme base de clientes, com as soluções mais recentes.

TeK: Qual a vossa estrutura em Portugal?
Pedro Faria Blanc:
A OpenText, em Portugal, opera através de parceiros e a sua estrutura é baseada numa organização ibérica de duas dezenas de pessoas. Desta forma é possível chegar a todos os mercados, uma vez que a estratégia de vendas da OpenText tem por base o estabelecimento de alianças e uma alargada rede de parceiros, que se deve manter sempre equilibrada e que tem resultado muito bem.

TeK: Em termos estratégicos quais são os grandes objetivos para este ano, a nível local?

Pedro Faria Blanc:
Em resumo a nossa estratégia está perfeitamente em linha com a primeira recomendação do chamado "Design Thinking" aplicado à nossa indústria: Integração, Integração, Integração. Possuindo a OpenText uma enorme base de clientes, quase todos grandes organizações, tem existido no entanto até hoje, um fenómeno de aquisição de soluções pontuais e não de suite. Tal como aconteceu com os ERP's, onde claramente as suites integradas tomaram vantagem face a ofertas pontuais só de contabilidade ou só de recursos humanos, por exemplo, também nesta área do EIM, queremos demonstrar aos nossos clientes que os custos de exploração são muito mais baixos se investirem numa suite integrada como a da OpenText, que permite cobrir desde a captura e reconhecimento de documentos, até ao seu arquivo final, passando pela integração com sistemas ERP e outros, e pela modelação de processos com BPM e da modelação do próprio negócio, com as ferramentas de Enterprise Architecture e Business Modeling.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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