A evolução não tem sido tão célere como o esperado inicialmente, mas o comércio eletrónico tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos em vários mercados do mundo, e Portugal não é exceção.

Os números da Marktest revelam que, no último trimestre de 2010, existiam 2,591 milhões de internautas no Continente que acediam a sites de comércio eletrónico.

Nesse período foram visitadas cerca de 203 milhões de lojas online, numa média de 78 por utilizador. O tempo total de navegação nestes sites aproximou-se de dois milhões de horas, uma média de 46 minutos por utilizador.

A propósito da Portugal Internet Week, que decorreu de 13 a 23 de outubro, e numa altura em que tinha acabado de ser dado mais um passo para a entrada em vigor de nova legislação na área do direito do consumidor, o TeK colocou online uma votação onde perguntámos aos nossos leitores qual a principal razão para comprar produtos e serviços online.

"Preço mais baixo" foi a resposta mais clicada pela maioria dos 1.198 internautas que participaram na votação (55%), seguida pelo argumento da "comodidade" (22%).

A "diferenciação e qualidade dos produtos" é a principal razão para fazer compras pela Internet para três por cento dos votantes, enquanto dois por cento privilegia o acesso a produtos digitais. Um por cento é atraído pela possibilidade de obter descontos em grupo.

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Ainda assim, há quem continue a afirmar que não costuma fazer compras online, caso de 18% dos leitores do TeK que participaram na votação.

Entretanto já está disponível uma nova votação, desta vez sobre o Governo estar a ponderar a suspensão da disciplina de TIC no 9º ano, por considerar que a maioria dos jovens já domina o uso dos computadores.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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