Num ano em que foi a Apple quem mais cresceu, todos os fabricantes tiveram motivos para sorrir, mas 2026 será diferente de 2025 e as diferenças vão pesar na carteira do consumidor.
Pela primeira vez desde 2007, a gigante de Cupertino irá saltar um ano inteiro sem apresentar uma nova geração do iPhone base, adiando o lançamento deste modelo para o início de 2027 devido à nova estratégia de lançamentos faseados.
A nova gama UltraGear Evo AI, que será apresentada oficialmente em Las Vegas, durante a CES, incluirá um monitor OLED 5K, assim como o primeiro ecrã OLED com taxas de atualização que chegam aos 720Hz.
O setor antecipa um forte crescimento impulsionado pelo Mundial de Futebol e pela descida de preços nos ecrãs Mini LED e RGB mini LED, que se estão a tornar o novo padrão de consumo.
A escassez de componentes e o aumento dos custos de fabrico obrigam à revisão em baixa das previsões de envios globais e a um aumento de preços. E serão os modelos mais acessíveis que vão sofrer o maior impacto.
A Apple e o iPhone 17 são as estrelas do último trimestre do ano no mercado de smartphones, que vai fechar 2025 a crescer mais do que o previsto. Mas as boas notícias acabam em 2025, 2026 será “desafiante” para a indústria, diz a IDC.
O valor da inflação será o indicador de referência para o aumento de preços que os três principais operadores já confirmaram. Veja que tarifários se mantêm sem aumentos.
Os novos protocolos de 2026 do Euro NCAP trazem novas etapas de segurança, focam-se mais na intervenção dos sistemas de assistência à condução, na resposta pós-colisão, nos testes com diferentes tipos de corpos, e nas especificidades dos veículos elétricos.
Daqui a cinco anos os gastos com compras digitais pagas juntamente com a fatura dos serviços de telecomunicações vão ascender a 74 mil milhões de dólares, mais 37% que o previsto para este ano. Os jogos, assentes em serviços cloud sobre 5G, serão um dos grandes apelos ao consumo.